Sugestões
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Bud e João em dvd!
Jazz e cinema: as duas linguagens se encontram no DVD que registra o encontro de João Donato e Bud Shank no palco do Misturas Fina (Rio). À vontade os dois celebram uma parceria e admiração que já passa das quatro décadas. O entrosamento é eternizado no lançamento, que chega ao mercado pela Biscoito Fino. O reencontro celebrava o lançamento do CD que a dupla gravou em 2004. Naquele novembro de 2006 o tradicional palco do Mistura Fina se despedia de seu endereço clássico. Mas ali, com seu palco baixo e clima intimista, Donato e Bud se juntavam para fazer a fina flor musical que sempre habitou o espaço. (ergio - Ziriguidum Por Beto Feitosa )
Escrito por discotekacultural às 11h35
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Dvd Gonzaguinha.
 Luiz Gonzaga do Nascimento Júnior (1945-1991) é um dos maiores compositores brasileiros. Mesmo dezesseis anos após sua morte, a obra que deixou segue atual, afiada e tocante. Este DVD traz uma verdadeira raridade: a participação do artista no programa Ensaio, da TV Cultura de São Paulo, gravada no final de 1990, poucos meses antes de sua morte (Gonzaguinha, que morava em Belo Horizonte, foi vítima de acidente áutomobilístico numa estrada mineira, em março de 1991). Acompanhando-se ao violão e tendo ao lado um zabumbeiro e um tocador de triângulo, Gonzaguinha relembra no programa histórias da infância e da trajetória profissional e recorda canções como Espere Por Mim, Morena, Diga Lá, Coração, Explode Coração, É, O Que É, O Que É, Comportamento Geral, Sangrando, Ponto de Interrogação e Grito de Alerta, e homenageia o pai de criação, Mestre Luiz Gonzaga, com Baião, Qui Nem Jiló, Respeita Januário e A Vida do Viajante (que fez sucesso na voz de Gonzagão e, nos anos 70, com pai e filho juntos). Gonzaguinha foi, é e sempre será emocionante. Um DVD obrigatório em qualquer acervo. (Sergio fonte: Blog Acordes - Por Toninho Spessoto )
Escrito por discotekacultural às 12h09
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Simpsons e a Filosofia

| Os Simpsons e a Filosofia traz uma série de análises a respeito da ironia e da irreverência de uma das comédias mais inteligentes da televisão mundial: Os Simpsons. Profissionais da Filosofia e de outras áreas do saber reúnem-se para desvendar questões filosóficas levantadas pelos personagens, enredos e pensamentos da série, mostrando que pode haver seriedade por trás de um programa que vai muito além da história de um "bobão" e sua família.
Os ensaios aqui reunidos são provocantes, reflexivos e muito divertidos de se ler. Há textos que comparam Os Simpsons a outras séries televisivas, como Os Flintstons; outros que traçam paralelos entre a série e filmes como Psicose, Pulp Fiction - Tempos de Violência, O Retrato de Dorian Gray e Os Bons Companheiros; e outros ainda mais inusitados, aproximando a história dessa família ao cerne do pensamento filosófico, a exemplo dos capítulos "Homer e Aristóteles", "Lisa e o antiintelectualismo americano" e "Assim falava Bart: Nietzsche e as virtudes de ser mau".
Formidável, inusitado e altamente desafiador, Os Simpsons e a Filosofia é um livro que mostra como a Filosofia pode residir em qualquer lugar, até mesmo em um desenho popular. Uma obra que alia a profundidade de uma ciência tão antiga à linguagem contemporânea dos desenhos animados, introduzindo os leitores ao pensamento filosófico pelo meio mais atrativo e agradável: o riso |
(Sergio - fonte: Madras)
Escrito por discotekacultural às 11h13
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Andre Vianco

FINALMENTE O MISTÉRIO SERÁ REVELADO! Os vampiros do Rio Douro conquistaram o coração e capturaram a imaginação dos leitores de norte a sul do Brasil, primeiro na forma de livro e, agora, uma nova aventura começa transposta para o fascinante mundo dos quadrinhos. Em Vampiros do Rio Douro o autor e roteirista André Vianco conta como surgiram os protagonistas de Os Sete e Sétimo em meados do século XIV, numa Portugal medieval, conturbada e cheia de misticismo. Vilas isoladas, personagens insólitos, tocaias, tramas e traições formam o cenário por onde transitam Dom Guilherme, o senhor feudal da vila Castelo Douro, os pescadores Miguel e Sétimo, bem como tantos outros personagens ora temíveis, ora estranhamente cativantes. Produzidas em alta qualidade, as páginas de Vampiros do Rio Douro hão de agradar tanto os fãs de quadrinhos quanto os fãs dos livros de horror e fantasia de André Vianco. "Seja bem-vindo a estes contos sombrios, mas devo ser sincero e lhe deixar precavido, essa não é uma história comum, encetada por príncipes e princesas, por bruxas vaidosas e invejosas nem por bardos românticos. Ela não ruma por estradas conhecidas nem navega rios caudalosos.Esta história, senhoras e senhores, não, não tem um final feliz". André Vianco. Ja em Vampiros do Rio Douro - Vol. 2, André Vianco nos presenteia com o início desta saga, e para satisfação dos milhares de leitores e fâs, iremos contar esta história em quadrinhos, fazendo o leitor voltar no tempo, conhecendo cada personagem desta maravilhosa aventura. No primeiro volume, os habitantes da vila Castelo Douro são acometidos por uma estranha doença, que deduzem ser a peste negra. Muitos acabam padecendo e o desespero e a tristeza tomam conta de toda a cidade. Inexplicavelmente as pessoas retornam da morte, com estranhos comportamentos, inclusive o senhor da vila, Dom Guilherme. Padre Justino chega para tentar descobrir que mal aflige o lugarejo na tentativa de salvar seus habitantes. Logo percebe que não é simplesmente a peste negra que assola o povo, e sim algo muito mais terrível e sombrio, algo já revelado em seus pesadelos. No segundo volume de Vampiros do Rio Douro a situação da vila piora. As primeiras transformações acontecem e Padre Justino começa a ter certeza de que o mal do vampirismo assola a região. Os personagens do romance Os Sete, de André Vianco, começam a tomar forma e a revelar suas personalidades, tão cativantes quanto controversas, características que mesclam o lado humano e o lado fera, em episódios que arrebataram uma legião de leitores. (Sergio fonte: Novo Seculo)
Escrito por discotekacultural às 10h15
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pocket show Edvaldo Santana
 A Discoteka Cultural convida a todos para o pocket show com o cantor e compositor Edvaldo Santana, que estará divulgando seu ultimo cd "reserva de alegria". Marcado pelas influências de suas raízes nordestinas, Edvaldo Santana, mostra Reserva de alegria, com composições criadas nos dois últimos anos; seu quinto álbum junta MPB com ingredientes latinos, de Cuba, Jamaica, Caribe e do blues.
Não Percam, será Sabado dia 15/09 ás 15:30 hs. e o melhor de tudo: é gratis!!!
Escrito por discotekacultural às 17h47
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A boca no mundo - 100 crônicas de Fernando Bonassi
Durante muito tempo a crônica se apresentou como o gênero literário brasileiro por excelência capaz de captar "nossa mais genuína maneira de ser". Orientada para os detalhes prosaicos do dia-a-dia, realmente colaborou para a criação de certos "ares de brasilidade", construindo um espelho onde os cidadãos leitores pudessem reconhecer uns aos outros como a si mesmos. Mas "apesar de nós mesmos", senão o Brasil, o mundo mudou. E não parece ter mudado de acordo com as nossas melhores expectativas. Vimos muros caírem envergonhados e tornarem a ser erguidos com razões, vimos criminosos tornarem-se pessoas importantes e pessoas importantes transformando-se em criminosos... A degradação das antigas referências parece requerer um outro tipo de posicionamento da crônica jornalística... Nestes 100 textos de Fernando Bonassi publicados no jornal Folha de S. Paulo entre 2002 e 2006, observa-se uma vibração diferente. Sem abandonar as diversas vozes de seu projeto literário (já que a crônica também é uma forma que precisa ser cultivada e diversificada), o autor propõe, texto a texto, um novo olhar para nós mesmos. Um olhar menos inocente... E não menos condescendente... Talvez a imagem geral não seja agradável como desejávamos, mas quer queiramos, quer não, tem muito do que fizemos de nós nesses últimos tempos. (Sergio fonte: Novo Seculo)
Escrito por discotekacultural às 10h28
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Samba de Gringo
 Dois anos atrás, o guitarrista brasileiro Bina Coquet e o organista norte-americano Ehud Asherie lançaram o primeiro fruto discográfico de sua parceria, Samba de gringo (Urban Jungle, 2005). O projeto segue em frente com o mesmo espírito de pesquisa instrumental e algumas novidades (uma faixa com vocal, por exemplo) neste Samba de gringo 2 (Urban Jungle/Tratore, 2007). A pegada cheia de suingue da dupla continua perseguindo referências do jazz, samba, choro e bossa nova, afinal de contas, como diria o bandolinista Hamilton de Holanda, modernidade é tradição. E vice-versa. (Sergio fonte: Gafieiras - Por Dafne Sampaio)
Escrito por discotekacultural às 10h21
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o lado Z do Zeca.
Esta interessante compilação traz participações especiais de Zeca Baleiro em outros projetos. O cantor e compositor maranhense interpreta, entre outras canções, Eu, Você e a Praça (de um tributo a Odair José), Tristeza, Pé No Chão (de um tributo a Clara Nunes), Uma Delicada Forma de Calor (dueto com Lobão, do CD A Vida é Doce, do roqueiro carioca), Na Subida do Morro (dueto com Jards Macalé, do CD Macalé Canta Moreira, em homenagem ao inigualável Moreira da Silva), Não Tenho Tempo (do DVD Raimundo Fagner & Zeca Baleiro, dueto com Fagner), Meu Coração Está de Luto (de Waldick Soriano, extraída do DVD Pet Shop Mundo Cão, do próprio Zeca), Radiografia (dueto com Vanessa Bumagny, do CD De Papel, estréia da artista) e Coro das Velhas (dueto com Sérgio Godinho, do CD O Irmão do Meio, do cantor e compositor português). Seleção de qualidade, que comemora dez anos de carreira de Zeca Baleiro. (Sergio - fonte: JC Online Por Toninho Spessoto )
Escrito por discotekacultural às 10h07
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VOCÊ ESTÁ LOUCO!
O mesmo empresário que virou a própria mesa é capaz de virar a própria vida. Virar e revirar, é melhor que se diga. Ricardo Semler, que inovou o universo da gestão empresarial com seus conceitos arrojados e heterodoxos para o circunspecto círculo dos homens de negócio, apresenta agora Você está louco! – Uma vida administrada de outra forma, livro em que mescla temas empresariais com um pouco de biografia, filosofia de vida e exposição de seus pontos de vista sobre temas urgentes do país, como educação. O lançamento promete repetir o sucesso de seu primeiro livro, Virando a própria mesa, que alcançou a marca de dois milhões de exemplares vendidos em 134 países e o topo da lista dos mais vendidos em 16 deles. Para o executivo, as regras rígidas ditadas pelas empresas servem apenas para minar a motivação e a produtividade dos funcionários. Semler prega o equilíbrio sustentável e a participação ativa da equipe nas decisões do grupo. Na Semco, os funcionários podem escolher o que, quando, como e onde trabalhar. Programas como o Aposente-se um pouco permitem que o funcionário tire um dia de folga por semana para fazer o quiser, em vez de aguardar a vida inteira para investir em um projeto pessoal. Eles também definem o melhor horário para atravessar a cidade, fugir do engarrafamento e chegar à empresa, ganhando, assim, horas livres no fim do dia. Das cores que decoram as paredes da fábrica ao novo gerente da empresa, tudo passa pela decisão dos funcionários. Ninguém se transforma em chefe sem conquistar a aprovação dos subordinados. Nessa estrutura de liberdade e muita confiança, Ricardo Semler representa apenas um dos mais de três mil votos da empresa. O resultado do que Semler chama de gerenciamento participativo é visível no balanço da empresa: há 14 anos, a Semco apresenta crescimento consecutivo de 27% ao ano. Por trás de idéias que parecem estapafúrdias para os padrões conservadores, está um empresário com a sensibilidade de perceber que as companhias que não buscam a superação constante terminam engessadas. E também um homem que se sente acomodado se não superar desafios intelectual e fisicamente, como atravessar o deserto do Saara, do Chad ao Níger, a camelo, sem relógio ou bússola, por 32 dias; ou refazer os passos de Marco Polo, cruzando, em 110 dias, áreas em guerra na fronteira do Paquistão, do Afeganistão e da China, até chegar ao Nepal. Nos últimos anos, o empreendedorismo e a ousadia que marcam a gestão de Semler à frente da Semco também serviram de fio condutor para iniciativas no terceiro setor, na educação e no turismo através da Fundação Semco. Em 2003, o empresário criou a Lumiar, uma escola que privilegia a discussão entre pais e alunos, além de estimular a curiosidade e o espírito crítico das crianças. À frente do Instituto DNA Brasil, Semler conduz um grupo de estudos multidisciplinar para refletir sobre questões estruturais do país a longo prazo. O mais recente projeto do empresário é o Hotel Botanique, um ecoresort que estimula o desenvolvimento auto-sustentável da região dos Mellos, em Campos do Jordão, São Paulo. Ao longo de Você está louco!, o leitor tem a oportunidade de acompanhar as trajetórias pessoal e profissional do empresário que, desde a adolescência, é dotado de um genuíno espírito empreendedor. Em ambas as frentes, ele tem a certeza inabalável de que tudo vai dar certo e uma obstinação ferrenha que acaba por conduzi-lo ao sucesso. E o lançamento Você está louco! mostra ao leitor as idéias de um homem tão cheio de talentos, que parece ter vivido várias vidas em uma só. (Sergio - fonte: Rocco)
Escrito por discotekacultural às 11h13
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J.M. Coetzee Estrela difícil
 Cobiçado desde a primeira edição da Flip, o lacônico Prêmio Nobel J.M. Coetzee finalmente vem ao Brasil; evento acontece entre 4 e 8 de julho
MARCOS STRECKER DA REPORTAGEM LOCAL
O personagem é complicado. Digo, o autor. O Prêmio Nobel sul-africano J.M. Coetzee, a maior estrela da Flip 2007 (Festa Literária Internacional de Parati), é famoso por ser lacônico e arredio, e não foi diferente ao "falar" com a Folha (só aceita entrevistas por e-mail). Não respondeu à maioria das perguntas e foi evasivo nas respostas. Coetzee é autor de "De- sonra", retrato cruel da África do Sul pós-apartheid, da amarga alegoria política "À Espera dos Bárbaros", da memória cáustica londrina "Juventude" e do irônico "Elizabeth Costel- lo". Esse ex-programador da IBM, matemático, professor, crítico e um dos maiores nomes da literatura contemporânea vem lançar "Homem Lento", seu romance mais recente. O público que puder encontrar o autor em Paraty, no badalado encontro literário que acontece de 4 a 8 de julho, vai ter a oportunidade de acompanhar o escritor nascido na Cidade do Cabo lendo trechos da sua última obra. No último dia da Flip, quando convidados do evento apresentam seus livros de cabeceira, Coetzee vai ler trechos escritos por um dos autores com quem mais tem afinidade e cuja obra foi tema de sua tese de doutorado, nos anos 60: Samuel Beckett. "Homem Lento" tem como personagem central um homem idoso e amargurado, que vive em Adelaide (Austrália), tem a perna amputada após um acidente, é atraído por uma enfermeira imigrante e acaba confrontado pela veterana escritora Elizabeth Costello, genial personagem que pode a qualquer momento ser introduzida em suas narrativas. Costello representa o escritor? Resposta (na forma de pergunta): "Deus, ou o "espírito do tempo", utilizam (como alguns escritores parecem acreditar) escritores para se expressarem na narrativa conhecida como história? Respostas a questões como essa são menos importantes que o sentimento desconcertante de ser um personagem de uma história que é maior do que podemos enxergar, um sentimento que todos nós experimentamos uma vez ou outra". Coetzee transita entre ficção e realidade, destila ironia, aposta na racionalidade (enquanto Beckett brincava com a lógica), explora dilemas morais. É um dos raros autores que têm estatura para expandir os limites da literatura. E seu uso recorrente da metalinguagem, da qual Costello é um bom exemplo? Ele lembra "Dom Quixote", na famosa passagem da obra de Cervantes em que um homem diz a Dom Quixote e a Sancho Pança que eles são personagens de um livro do próprio Cervantes. "Esse é um momento complexo tanto para o leitor quanto para os dois personagens. Estou interessado nesse momento -o momento metaficcional. Mas estou mais interessado no momento vivido pelo personagem do que na vida do leitor." Entendeu?
Identidade Coetzee tem fama de ser disciplinado e de cultivar hábitos estritos, de não beber, não fumar e de ser um vegetariano convicto. O que acha o escritor -que já morou em Londres, viveu e deu aulas nos EUA e agora radicou-se na Austrália- do apelo crescente de narrativas que exploram temas como identidade, multiculturalismo e mundo pós-colonial? "Não sei. Mas sei que o conceito de identidade está repleto de significados. Antigamente a identidade era aquilo em que menos nos reconhecíamos. Era uma cobertura que mantinha as partes do nosso eu ou do nosso ego em uma unidade. A idéia atual de identidade é muito menos interessante. Para a polícia, é uma série de dados que servem para se rastrear alguém. Para fraudadores de computador, a identidade de alguém é um número de identificação e uma senha. Para estudos culturais, é mais fácil. A identidade é composta de etnia (ou raça), de gênero (ou orientação sexual) e (talvez) de classe social." E sobre os evidentes pontos de contato entre ele e outro grande nome da literatura contemporânea, Philip Roth? Sem resposta. Mas definitivamente Coetzee fica incomodado quando questionado sobre sua fama de arredio a festas e eventos literários (foi o primeiro autor agraciado duas vezes com o Booker Prize, mas não esteve presente em nenhuma delas para receber). Sempre foi um dos maiores "objetos de desejo" da Flip, que queria trazê-lo desde a primeira edição, mas as tentativas sempre fracassaram. E por que agora ele aceitou o convite para vir a Paraty? "Porque me convidaram, porque meus editores disseram que tenho um público atento e porque nunca estive no Brasil." Ah!, bom... (Sergio)
Escrito por discotekacultural às 10h37
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Homem Lento
Quando o fotógrafo Paul Rayment, homem de sessenta anos, perde a perna em um acidente de bicicleta, sua vida solitária é irremediavelmente transformada. Em meio a crises de desesperança e resignação surge Marijana, uma prática e objetiva enfermeira croata por quem ele se apaixona. Enquanto Paul pondera como conquistar o coração dela, recebe a visita da misteriosa escritora Elizabeth Costello, personagem de outros dois livros de Coetzee, que desafia Paul a assumir um papel ativo na própria vida. Em Homem lento, J. M. Coetzee nos oferece uma profunda meditação sobre o que nos torna humanos e sobre o que significa envelhecer. A luta de Rayment com sua própria humanidade é apresentada na voz límpida e intransigente de um dos maiores escritores da atualidade, e o resultado é uma história comovente sobre amor, sexo, mortalidade e literatura, que assombra o leitor a cada página. (Sergio - fonte: Cia das Letras.)
Escrito por discotekacultural às 10h35
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dvd Zé Renato
Em 26 de junho de 2006, quando gravou seu primeiro DVD na casa carioca Estrela da Lapa, Zé Renato já contabilizava 50 anos de idade e 30 anos de carreira, iniciada em 1976 no grupo Cantares. Um ano depois, Zé Renato ao Vivo está nas lojas com o registro de show cujo roteiro revive músicas de várias fases do artista sem preocupações cronológicas e sem a obrigação de enfileirar hits. Não tem Toada no repertório, por exemplo. Para marcar sua passagem pelo grupo Boca Livre, Zé convidou o quarteto para andar de Bicicleta (1980) com os vocais harmoniosos que fizeram a fama do Boca. Outro ilustre convidado, o parceiro Milton Nascimento subiu ao palco para fazer dueto em Anima, faixa-título de álbum de 1982. Foi um momento afetivo. Na melhor das formas, a voz de Zé Renato dispensa convidados. A interpretação a capella de Cantoria - que abre o show em medley com Papo de Passarim - já basta para lembrar aos ouvintes que o artista em cena ainda continua sendo um dos maiores cantores do Brasil.
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(sergio - fonte: Blog Notas Musicais Por Mauro Ferreira )
Escrito por discotekacultural às 13h51
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